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Principais Erros Cometido na Dieta Low-Carb.


A dieta low carb é um regime alimentar em que se reduz o consumo de carboidrato (açúcar), o nutriente que fornece energia ao organismo e que está presente em alimentos como pães, massas, cereais, tubérculos, frutas, doces etc. Para compensar essa diminuição, deve-se aumentar a ingestão de proteínas e gorduras consideradas boas.

Alimentos permitidos


-Cortes de boi, porco e frango; -Peixes e frutos do mar; -Ovos; -Verduras: folhas verdes (alface, agrião, couve, espinafre, rúcula); -Vegetais não amiláceos (brócolis, couve-flor, rabanete, berinjela); -Frutas com baixo índice glicêmico: abacate, amora, cereja, morango, mirtilo, maracujá, limão, kiwi; -Laticínios: dar preferência aos queijos mais amarelos e mais curados (possuem menos --lactose e mais gordura) queijo, manteiga, creme de leite e iogurte sem adição de açúcar; -Nozes, amêndoas, castanhas e sementes (chia, linhaça, gergelim, semente de abóbora); -Gorduras e óleos: azeite de oliva, óleo de coco, banha e óleo de peixe; -Bebidas: chá, café, kombuchas, kefir, água e água com limão.

Alimentos de consumo limitado


-Tubérculos: batata-inglesa, batata-doce, beterraba, cenoura, inhame e mandioca; -Grãos sem glúten e integrais: arroz integral, aveia, quinoa; -Leguminosas: feijão, lentilha, ervilha e grão-de-bico; -Frutas ricas em açúcar: maçã, pera, banana, melão etc.

Alimentos proibidos


-Alimentos ricos em carboidratos refinado: massas com farinha branca, pão branco, doces, bolachas, refrigerantes, sorvetes, suco de frutas e outros produtos que recebem adição de açúcar; -Grãos com glúten: trigo, cevada e centeio; -Embutidos e carnes processadas: linguiça, salsicha, mortadela, salame etc.; -Alimentos com gordura trans: margarina, biscoitos e salgadinhos de pacote (essas gorduras também podem aparecer no rótulo como “gordura hidrogenada” ou “gordura parcialmente hidrogenada”); -Alimentos industrializados em geral.

A médica nutróloga Dra. Marianna Magri orienta antes, uma dieta low carb pode causar outros prejuízos se for feita de maneira equivocada.

Conheça os principais erros cometidos pelos adeptos desse tipo de alimentação:


Parar de comer carboidratos totalmente sem aumentar a quantidade de gorduras e fazer suplementação correta: se você simplesmente para de fornecer açúcar para o seu corpo, ele vai entrar em estado de cetose, que consiste na queima de gordura para produzir energia, dando origem a moléculas chamadas corpos cetônicos.

A cetose também causa sintomas como dor de cabeça, tontura, enjoo, gosto metálico na boca, mau hálito e fraqueza. E, em um estado de cetose prolongado, esses efeitos desagradáveis podem fazer com que você desista da dieta, além de induzir o organismo a queimar a massa magra para obter energia, por isso é importante subir os níveis de gorduras e proteínas (azeite, abacate, carnes e ovos).

Não diferenciar carboidratos bons e ruins: Os carboidratos ruins são rapidamente absorvidos pelo organismo, levando a um pico de liberação de insulina -- por isso, dizemos que eles têm um alto índice glicêmico. Os carboidratos bons, por sua vez, costumam estar presentes em alimentos ricos em fibras, de forma que eles levam mais tempo para ser digeridos e absorvidos. “Leguminosas, tubérculos, cereais integrais e a maioria das frutas têm índice glicêmico relativamente baixo; porém, por apresentar uma quantidade muito grande de carboidratos, diversas variações das dietas low carb acabam restringindo ou até mesmo proibindo totalmente o consumo desses alimentos, o que nem sempre é realmente saudável.” explica a Dra. Marianna.

Consumir gorduras ruins em excesso: uma ingestão excessiva de gorduras saturadas e trans, que aumentam os níveis de colesterol ruim no sangue e favorecem as doenças cardiovasculares, os embutidos e carnes processadas devem ser evitados por serem ricos em gorduras saturadas, enquanto produtos industrializados devem ficar fora da alimentação por terem gordura trans.

Não ter acompanhamento profissional: “não consiste em apenas cortar o consumo de carboidratos. A quantidade ideal desse nutriente e a maneira como ele é distribuído ao longo do dia variam de pessoa para pessoa, de forma que cada indivíduo apresenta necessidades diferentes, além de que a maioria dos pacientes necessita de suplementação bem específica nesse período.” finaliza a nutróloga Marianna Magri.

Mais Sobre Marianna Magri Real:

Médica Ecografista titulada pela Associação Médica Brasileira e Colégio Brasileiro de Radiologia

Médica Nutróloga - Formação Hospital Albert Einstein

Food and Health (Stanford)

Marianna é médica, Paranaense, atuando no mercado de saúde em São Paulo há mais de cinco anos, sempre foi uma entusiasta da culinária e alimentação saudável. Estuda sobre o tema, há mais de 20 anos, desde a sua infância.

Hoje é referência em diagnóstico por imagem e emagrecimento, com mais de 8 mil horas de atendimento, com cases de sucesso quando o assunto é emagrecimento avançado.

Atuou com renomados nutrologistas do Brasil e do exterior, com os quais adquiriu enorme conhecimento e experiência clínica, principalmente nas áreas de diagnóstico por imagem, nutrologia, emagrecimento, acompanhamento de pacientes pré e pós cirúrgico (bariátrica) transformando vidas, com ênfase na medicina personalizada.


Dra. Marianna Magri Real - Instagram - @dramarireal