• Revista Plástica e Forma

Quando a cirurgia plástica faz bem à saúde física e emocional.

Atualizado: Jul 1


Melhorar o funcionamento do corpo, corrigir incômodos e cicatrizes são questões levadas em conta que vão além da estética.


Não é sempre que a autoestima elevada ou se sentir bem consigo mesmo se dá de forma tão natural, isso porque além da estética, há problemas de saúde que afetam o bom funcionamento do corpo humano, como, por exemplo, nos casos em que mamas volumosas provocam dores lombares. Além disso, acidentes, tratamentos ou procedimentos que envolvam cirurgia podem afetar qualquer parte da aparência corporal deixando cicatrizes, como a retirada do seio depois de tratar um câncer.

A insatisfação com a própria aparência é um problema frequente, mas precisa ser tratado com responsabilidade e sem pressão estética. Em 2019, o Brasil atingiu a marca de segundo país onde mais se faz cirurgia plástica, ficando apenas atrás dos Estados Unidos, com o procedimento mais realizado nos seios. Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional — Cirurgia Plástica, afirma que para realizar qualquer procedimento é preciso conscientização: “O paciente tem que se conscientizar que em todos os tipos de cirurgias há um risco, e há necessidade de escolher bem o cirurgião, além de não abrir mão do acompanhamento médico”, afirma Arnaldo Korn.

Corrigir algo que incomode na face ou no corpo, aumentar ou reduzir a mama, reduzir a gordura corporal em excesso estão entre os procedimentos mais procurados, os quais, geralmente, têm um impacto significativo na vida do paciente, contribuindo para que ele possa elevar sua autoestima, melhorar questões funcionais do corpo ou até curar traumas.


As orelhas mais abertas, por exemplo, apelidadas de “abano”, podem ser corrigidas por uma simples cirurgia chamada otoplastia. Em 2015, de acordo com o levantamento da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, foram realizadas mais de 48 mil otoplastias, sendo a maioria dos pacientes crianças. O procedimento pode ser feito a partir dos seis anos de idade. O que justifica o aumento dessa procura não é a vaidade, e sim o bullying, que pode interferir na autoestima das crianças e dos adolescentes, além ficarem expostas a comentários aborrecedores no meio em que frequentam, como escolas.

Se há necessidade, mas há dificuldade com pagamento à vista, hoje existem locais que facilitam o parcelamento, como o Centro Nacional — Cirurgia Plástica, que funciona como uma assessoria administrativa, oferecendo crédito com condições especiais de pagamento. “O objetivo é oferecer ao paciente contrato de prestação de serviços, notas fiscais, tabelas diferenciadas para realização de exames pré-operatórios e agilizar o processo de internação hospitalar, ou seja, toda a eficiência, transparência e qualidade alcançada na área clínico-cirúrgica sendo alcançada também na área administrativa”, explica Arnaldo Korn. Afinal, saúde e estética precisam, mais do que nunca, andar de mãos dadas.


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