• Revista Plástica e Forma

Bem-estar e autoestima: por que mulheres fazem cirurgia plástica?


Sentir-se bem consigo mesma e corrigir incômodos são questões levadas em conta que vão além da estética.


Não é sempre que manter uma boa autoestima se dá de forma natural, isso porque ao longo da vida, alguns acontecimentos como problemas de saúde e maternidade podem causar mudanças que resultam em insatisfação. Embora haja cuidados com a saúde, como manter uma boa alimentação e exercícios físicos, alguns objetivos só são alcançados por meio da cirurgia plástica.

Este é o caso da Fabiana Santos, professora da educação infantil e mãe de quatro filhos, que sentiu o desejo de fazer a abdominoplastia após a maternidade. Esse procedimento cirúrgico é indicado para retirada de gordura localizada e excesso de pele.

“Depois da gravidez o corpo mudou bastante. Eu entrava na academia, fazia várias coisas, mas não saía do efeito sanfona, então meu corpo não ficava como eu queria e eu ficava triste e com vergonha. Em época de festividade na igreja, eu via as outras mulheres vestidas com roupas mais ajustadas e eu queria me esconder atrás delas”, conta Fabiana sobre como se sentia antes de ter a oportunidade de fazer o procedimento.

O sonho antigo só pôde ser realizado quando Fabiana conheceu o Centro Nacional – Cirurgia Plástica, que oferece facilidade de pagamento e desconto para quem faz mais de uma cirurgia, “uma bênção”, classifica Fabiana. “Hoje todo mundo consegue, as portas estão abertas para quem não tem condição de arcar com os custos de uma vez, é só se programar direito”, comenta.

Quando o assunto é beleza física, há uma divergência se os evangélicos podem fazer ou se cairão na questão da vaidade. Experiente no procedimento e cristã desde os cinco anos de idade, Fabiana ressalta o quanto é importante estar bem consigo mesma: “Eu falo para não terem medo de críticas, Deus se agrada de nos ver bem. Muitas vezes, o que se tem é a doutrina de acordo apenas com o que o homem não concorda”, comenta Fabiana.

Fabiana conta com sua experiência que o importante é a mulher pensar mais em si mesma hoje: “Somos mães, mulheres, precisamos cuidar mais de nós para nos sentirmos bem. Uma mulher com baixa autoestima não vai conseguir fazer nada direito, pode ser até bruta com a família, por isso é importante se sentir bem, bonita e sobretudo feliz”, finaliza.

A insatisfação com a própria aparência é uma questão que deve ser enfrentada com responsabilidade e sem pressão para se encaixar num padrão de beleza. Assim, corrigir algo que incomoda um paciente pode ter um impacto significativo, contribuindo para elevar sua autoestima e até melhorar questões funcionais do corpo.

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